Varejista ganha prêmio e pode inspirar os negócios do e-commerce

Por Roberto Marcio

O ano de 2020 foi digital. E muitas empresas que se modernizaram durante o período, usaram as ferramentas certas para conquistar o consumidor e apostaram no e-commerce não têm do que reclamar. A Magazine Luiza, ganhadora de um dos mais cobiçados prêmios, o IBest, serve de inspiração para outros negócios atingirem o sucesso. A varejista fez uso de tecnologias disruptivas e uma estratégia eficiente que lhe assegurou uma posição de destaque no cenário econômico, o que justifica seu reconhecimento em meio a uma diminuição no ritmo da economia brasileira.

As varejistas foram, sem dúvida, uma das que lucraram no ano passado. E na cobiçada premiação dos melhores da temporada, a Magazine Luiza mostrou a que veio. Criado pelo empreendedor e entusiasta do mundo digital, Marcos Wettreich, o iBest nasceu com a missão de estimular e reconhecer os melhores e mais influentes da então nascente web brasileira. Entre 1996 e 2008, o prêmio foi a bússola para o reconhecimento das melhores iniciativas pioneiras na internet, e com milhões de votantes. No entanto, é preciso entender como se chegou a este resultado tão incrível.




O destaque do Magazine Luiza se dá não apenas pelo número de prêmios – 17 no total – mas pela capacidade de atender de forma diferenciada uma gama tão diversa de segmentos dentro do setor. A montagem de seu e-commerce recebeu um aporte que permitiu trabalhar com um mix de marketing digital, despontando na liderança do mercado brasileiro, superando o Mercado Livre, que ficou com o segundo lugar geral do prêmio. O êxito alcançado se deu, principalmente, pelo uso de tecnologias disruptivas, como a Inteligência Artificial, um instrumento cada vez mais presente na vida das empresas.

Marketing digital foi decisiva para a varejista ter sucesso

O mix de marketing deu o tom em 2020 e quem soube usar, se deu bem. Com foco no cliente, o investimento em conteúdo parece ser uma tendência, vide movimentações recentes entre redes varejistas como Magazine Luiza adquirindo o Canaltech e agora a SBF com a NWB, e indica a intenção cada vez maior em aprofundar o relacionamento com o consumidor, além da gôndola, seja ela virtual ou digital. Mas foi a IA quem roubou a cena, trazendo soluções assertivas que aceleraram os negócios. 

Ao lado dos algoritmos e das máquinas, a IA é capaz de simular a capacidade humana de raciocinar, tomar decisões e resolver problemas dos mais complexos, se transformando em um ótimo auxiliar sobretudo nesses tempos difíceis em que a economia sofre retração. Tecnologias disruptivas como também a Análise de Fala, PNL (Processamento de Linguagem Natural), Machine Learning ou assistentes virtuais também continuarão a abrir seu caminho no mundo dos negócios. Todos eles colocarão à disposição dos clientes e seus consumidores um ecossistema de autoatendimento sem precedentes, que permite que muitos processos sejam resolvidos de forma independente.

Segundo levantamento da consultoria Ebit | Nielsen, as vendas do comércio online devem crescer 26%. A expectativa de vendas no e-commerce brasileiro é de R$110 bi. Esse aumento deve ser sustentado pela alta do número de consumidores ativos em sites e aplicativos, comportamento que já vínhamos assistindo no ano passado, também em decorrência da pandemia. Sendo assim, deixando o exemplo da Magazine Luiza, é uma inspiração para investir em um bom marketing digital e acelerar as vendas. A hora é essa.    

Saiba mais: https://abcomm.org/?gclid=CjwKCAiAxeX_BRASEiwAc1QdkUc2xIRW7_vZT8YwdAL0_c44ws1IubfupXvqJwf08biLdjBkC-_FLhoCogsQAvD_BwE https://www.startse.com/noticia/nova-economia/e-commerce-magazine-luiza-cresce-73-2020 

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