O marketing de influência é uma boa aposta para fortalecer marcas, mas métricas ajudam a quantificar seu sucesso

Por Roberto Marcio

2020 pode ser considerado o ano digital. Pesquisas apontam que a frequência das pessoas nas redes sociais aumentou consideravelmente, impulsionadas pela pandemia do coronavírus e, em meio a uma mudança de comportamento da sociedade, fez surgir o influenciador digital. Vários deles são contratados para exercer influência no público, fazendo o público associar a imagem deles buscando garantir presença online, trazendo como consequência mais cliques e negócios. Contudo, é preciso ter ferramentas adequadas para fundamentar se estes astros do mundo virtual conseguem mesmo atingir os objetivos da empresa. O marketing de influência é uma boa saída?

Há razões de sobra para apostar no marketing de influência para este ano. Não se vê uma tendência na queda de audiência das redes sociais, mesmo com a vacinação em massa prometendo imunizar a todos e resgatando os tempos com mais liberdade. Tem uma demanda reprimida em meio a isso tudo e por isso a força do Facebook, Instagram, Twitter e outras tantas vão atrair as pessoas de um modo geral. Assim, a presença efetiva do influencer pode ser uma boa jogada para tornar seu produto famoso, seguindo um planejamento de marketing realizado. É importante isso? Claro que sim, pois está mais do que provado que estes profissionais movimentam milhões diariamente com vídeos, postagens e tudo mais relacionado ao seu cotidiano. Só que é preciso aplicar as métricas para medir os resultados. 

Criar metas e ver resultados garante se há retorno ou não

A Squid. empresa líder em marketing de influência e comunidades no Brasil, registrou um aumento de 20% nas campanhas realizadas para marcas durante esse período, e também um crescimento de 130% no valor total dos cachês pagos para criadores de conteúdo em comparação ao ano de 2019. Ainda durante o ano, houve também um aumento de mais de 95% no número de influenciadores cadastrados em sua plataforma. O aumento reflete uma crença que tais influencers são, de fato, uma mão na roda do que contribui para a clicagem de produtos com um planeta envolto num mercado de bilhões de consumidores.

Esses números, aliás, provam como se dá o crescimento exponencial desse mercado, que ganhou ainda mais evidência durante o período de distanciamento social. Com o aumento do uso das redes sociais durante esse período, a relevância do conteúdo se tornou um fator primordial nas campanhas das marcas, já que se tratava de sobrevivência em um mercado em uma mudança muito rápida. O reflexo disso contribuiu para um aumento considerável dos negócios online. 




Os números mostram isso: pesquisa realizada pela Ebit/Nielsen informou que as vendas no comércio eletrônico devem crescer 26% e alcançar R$ 110 bilhões de reais no ano de 2021. De acordo com o estudo, o desempenho das vendas pela internet será impulsionado pelo crescimento do número de consumidores, consolidação dos e-commerces locais, fortalecimento dos marketplaces e logística mais ágil. A pesquisa indicou ainda que 95% das pessoas pretendem continuar fazendo compras online em 2021. Então, por que não investir no marketing de influência?

Ok, são argumentos fortes para associar influencer a uma marca. Porém, é preciso se perguntar o quanto busca de resultado ao associar uma personalidade do mundo virtual a sua empresa para ser reconhecido e gerar melhores resultados em vendas. Para ser preciso nos investimentos, evitando erros, a empresa precisa metrificar seus dados e buscar estratégias fortes para conquistar seus objetivos. 

Saiba mais: https://resultadosdigitais.com.br/blog/marketing-de-influencia/ https://blog.vxcomunicacao.com.br/influenciadores-digitais-saiba-quais-metricas-entregar-para-os-clientes/ 

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