Dados mostram tendência acelerada para o e-commerce em 2021

Por Roberto Marcio

2020 decididamente foi o ano do comércio online, o e-commerce, que deslanchou para valer impulsionado pela migração dos negócios do físico para o virtual. Mesmo com a possibilidade dos clientes retomarem as compras presenciais, existe uma aposta grande que o índice do ano passado deve prosseguir para 2021, por isso a tendência de ganhos online segue no terreno do positivo para uma temporada que não deve ser a mesma que tivemos nos últimos meses.

Falando em números, a expectativa positiva para o e-commerce pode ser avaliada com maior clareza pelo Natal do ano passado. Com a crescente popularização da Black Friday no Brasil nos últimos anos, esse movimento de incremento no consumo tem começado um pouco antes, já em novembro, que passou a ser também um mês-chave para a indústria varejista. Segundo dados da consultoria Ebit/Nielsen, a Black Friday de 2020 bateu recorde de faturamento. Em comparação com 2019 as vendas do e-commerce cresceram 38% e atingiram R﹩ 12,4 bilhões. E no Natal não foi diferente. Com crescimento de 44,6% nas vendas online, o período gerou uma receita de R﹩ 3,76 bilhões. 

Essas altas do varejo como um todo, estão sendo puxadas, principalmente, pelo crescimento do comércio eletrônico, no qual as projeções dos estudos citados apontam para expectativa de crescimento 26% para 2021, alcançando R﹩ 110 bilhões. Para setores que se beneficiaram das transações eletrônicas, é uma ótima notícia a medida que declarações de empresários à grande mídia apostam para uma melhora no cenário econômico apesar do momento atual ainda ser muito delicado do ponto de vista macro financeiro.

CEO vê uma manutenção da crescente demanda por negócios online

As estratégias implementadas para o cenário de Covid-19 em 2020 deram muito certo, sobretudo para o ramo varejista que viu seus lucros subirem de forma astronômica à medida que o consumidor opta por uma experiência diferenciada no ato da compra. Sendo assim, o investimento em soluções para o comércio eletrônico é a resposta do mercado para a tendência que veio para ficar: as compras via e-commerce. Segundo Gil Torquato, CEO da Compasso UOL, houve um crescimento de 93% de novos usuários nas plataformas de Digital Commerce implementadas pela companhia. Um dos fatores que impulsionou as vendas online, com certeza, está ligado à pandemia.

A expectativa positiva de boas vendas no final do ano, no entanto, já havia sido sinalizada em novembro. E o comportamento dos clientes mostrou o quão importante trouxe dados para abastecer as estratégias das empresas. Antes de comprar o produto em promoção, que está em destaque na homepage do site, o consumidor navegou e pesquisou bastante por todo o e-commerce durante a Black Friday. Tudo isso só fez crescer o otimismo dos empresários com relação aos festejos natalinos. Com isso, 2021 será muito mais digital e focado na experiência do cliente. O comércio eletrônico vai ter um papel importante nesse processo de mudança e as redes sociais ganharão força nos próximos anos. Isso porque as marcas já perceberam que elas devem se aproximar cada vez mais do seu público-alvo e migrar para onde eles estão. Portanto, a esperança por continuidade no processo de boas vendas seguirá a mil por hora, em ritmo acelerado para felicidade de clientes, empresários e para a economia do Brasil!

Saiba mais:  https://www.salesforce.com/br/blog/2020/12/tendencia-para-mercado-digital-em-2021.html https://tiinside.com.br/17/12/2020/402099/ 

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