Gestão 4.0: processo deve acelerar em 2021 com força total

Por Roberto Marcio

Mais do que nunca, o mundo parece caminhar para uma revolução na gestão de novos negócios. É fato que se não usar as novas ferramentas de inteligência de dados e automação, não será possível sobreviver num universo cada vez mais digital e em transformação.  Por isso, há razões de sobra para afirmar que a chamada Gestão 4.0 é a saída para que antigos processos abram espaço para as novidades que devem surgir ao longo deste ano, um mar de novidades já antecipando ao “mundo pós-pandemia”.

A gestão 4.0 está incluída naquela apelidada de Quarta Revolução Industrial, uma expressão que está relacionada com a convergência de tecnologias – sejam elas digitais, físicas ou biológicas – e está sacudindo o mercado já há algum tempo. Essa é uma transformação disruptiva que chegou com força a diferentes setores da economia, desde a indústria até o gerenciamento das empresas. O emprego de ferramentas que facilitam o cotidiano de uma empresa é percebida pelos consumidores a medida que comprovam a sua eficácia, o que para especialistas na área é um caminho sem volta. 

Há vários exemplos de como a inclusão de uma nova maneira de desenvolver diferentes aspectos relacionados a um importante área da economia, que sofreu muito com a pandemia do coronavírus. O mercado da Indústria 4.0 é um deles. Ele está começando a ganhar impulso no país. A adoção da impressão 3D é um caso à parte e está sendo vista pelas pequenas e médias empresas como uma estratégia para aumentar produtividade e cortar custos. A impressão 3D também é chamada de manufatura aditiva, pois fabrica um item camada a camada ou partícula a partícula. Esse é só um modelo do 4.0 que vem mudando a cara de como fazer seu negócio andar, com economia e agilidade.

Há dois anos, um levantamento jogou uma luz na realidade do maior parque industrial brasileiro, ao mesmo tempo que é preocupante: uma pesquisa da Fiesp, realizada em 2018, descobriu que 32% das empresas ainda não sabem o que é Gestão 4.0. Esse dado revela o quão desconhecido o tema é para uma parte importante do empresariado brasileiro. Ou seja, muitas organizações nacionais estão demorando a modernizar sua base tecnológica, subestimando o furacão de inovações e arriscando sua própria sobrevivência no mercado (já que basta um concorrente de vanguarda para devastar o espaço dos rivais obsoletos).

O conceito de gestão 4.0 nasceu da necessidade de guiar-se pelas expectativas do consumidor, mas tornou-se possível mesmo apenas na era em que quase a totalidade dos dados trafegados pelas empresas passa pelo âmbito digital. Com novas ferramentas como a internet de banda larga, a computação na nuvem, a inteligência artificial, o big data e muitas outras, um mar de possibilidades se abriu em termos de modelos de negócios e também na forma de fazer as coisas. As empresas descobriram novos jeitos, mas baratos e eficientes, de realizar seus processos.

Os novos tempos trouxeram também novidades sobre o comportamento dos clientes. É nele que a Gestão 4.0 ou qualquer inovação que venha a mudar os paradigmas da administração dos negócios é centrado. E essa postura mais ativa muda tudo. A dinâmica de ter uma ideia genial e colocá-la no mercado sem antes verificar se o seu produto é algo que as pessoas desejam definitivamente pertence ao passado. Na Gestão 4.0, é fundamental a empresa entender profundamente as necessidades do consumidor. Sem isso, os negócios andam para trás. Sendo assim, fica aqui uma pergunta: não está na hora de ser mais assertivo e tecnológico para transformar sua empresa em destaque nos negócios?
Saiba mais: https://computerworld.com.br/negocios/gestao-4-0-flexibilidade-para-a-inovacao-das-empresas/https://www.escolaedti.com.br/gestao-4-0

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