A medalha de ouro dos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020 irá para a Inteligência Artificial

Por Roberto Marcio

A pandemia da Covid-19 obrigou os organizadores dos Jogos Olímpicos 2020 a adiar seu início para 2021. E no dia 23 de julho, terá início ao maior evento esportivo do planeta completamente diferente das edições anteriores, sendo que entre as mudanças na redução (ou quase inexistente) do público nas arenas esportivas e, por conta da epidemia, o Governo do Japão precisou intensificar o uso da tecnologia com o objetivo da população mundial ter todos os detalhes sobre tudo que passa nas mais diversas modalidades. A Inteligência Artificial será uma das mais usadas pelo Japão e meios de comunicação (publicidade, marketing e jornalismo) durante toda a disputa por medalhas. 

A indústria esportiva necessita mais do que nunca da comunicação para se desenvolver, além é claro da tecnologia. Os Jogos Olímpicos estão intrínsecos com essa indústria que foi abalada com a pandemia, cuja repercussão chegou ao país verde e amarelo. 

Só a paralisação dos campeonatos afetou em cheio o futebol no Brasil, modalidade cuja receita é estimada em mais de R $6,5 bilhões, segundo a Sports Value, empresa especializada em marketing esportivo. Vale dizer que os 20 maiores clubes respondem por quase 90% desse montante, com patrocínios e direitos televisivos.

Para superar os tempos difíceis, surgem a todo instante plataformas que oferecem o uso da tecnologia para o incremento do esporte, da publicidade que o cerca e um fluxo de informações tão rápido que não há paralelo na história. Os Jogos Tóquio 2020 são um belo exemplo do avanço das ferramentas tecnológicas dentro e fora da esfera esportiva.

Para a comunicação, avatares de IA farão a imprensa tradicional virar coisa do passado

A Inteligência Artificial será protagonista na olimpíada mais conectada de todos os tempos. Ela será usada por todos. As empresas abusam da criatividade para acessar dados que serão importantíssimos para seu objetivo final. 

Vamos dar um exemplo para a área da comunicação: a Alexa, inteligência artificial por voz da Amazon, traz informação e interatividade para a cobertura dos Jogos de Tóquio, que acontecerá de 23 de julho a 8 de agosto. 

A Alexa entra na conversa com informações completas e curiosidades. Além do “modo torcedor” para vibrar pelo Brasil, entre outras interações comemorativas, a Alexa pode ser fonte de informação sobre os jogos a um simples comando de voz. Basta pedir “Alexa, curiosidades olímpicas do Brasil”. 

É possível que no ecossistema esportivo tenham grandes lições para tirar da pandemia. E o uso cada vez mais assertivo das ferramentas da tecnologia proporciona uma visão mais ampla na área esportiva. E tudo isso acontece num país que tem uma história de inovação e modernidade.

A aceleração digital é uma realidade. A IA e tantas outras tecnologias – muitas delas guardadas em segredo e que só vamos conhecer na Olimpíada – será uma atração à parte. Com Alexia e tantas outras formas de comunicação, por exemplo, vão deixar para escanteio as mídias tradicionais, que já não acompanham a velocidade com que a transformação da informática.

Os Jogos Olímpicos são demais para se pensar em campanhas publicitárias e tudo mais. 

Saiba mais:
https://forbes.com.br/colunas/2019/09/intel-usara-olimpiada-de-toquio-para-apresentar-novas-tecnologias/
https://atletasnow.com/como-a-tecnologia-pode-melhorar-os-jogos-olimpicos/ 

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