O uso da IOT na prevenção de desastres naturais é importante?

Tecnologia ajuda a construir cenário preditivo e pode poupar vidas humanas e prejuízos econômicos

O Brasil é um dos principais países do mundo que sofrem com desastres naturais de toda ordem. dados extraídos do Google revelam a face perversa do problema: Secas, enchentes e queimadas custaram mais de US$ 3,6 bi ao Brasil em 2020, dinheiro que seria o suficiente para comprar milhões de vacinas para a Covid-19, por exemplo. Para contribuir na mitigação desses problemas, a tecnologia pode ser um braço direito daqueles que pensam em segurança para seu negócio ou objeto público. Com diagnósticos e análises preditivas, é possível minimizar o impacto das transformações no ecossistema com uma arquitetura nova baseada em inteligência. 

A tecnologia pode oferecer saídas para evitar que determinados desastres naturais possam ser evitados. Foi assim, de acordo com a análise de especialistas, que problemas como os de Mariana, em Minas Gerais, deveriam ter tido uma atuação preventiva capaz de evitar mortes e um problema ambiental em 2015.  

Hoje existem dispositivos eletrônicos usados para detectar o movimento físico de objetos e pessoas em uma determinada área, transformando-o em um sinal elétrico. A detecção de movimento desempenha um papel importante no setor de segurança. Para isso, solução para precisão de desastres e automação para segurança com sensores de IOT estão disponíveis no mercado;

Tais  protótipos de prevenção de desastres, com automação e sensores de IOT, são capazes não apenas de alertar antecipadamente a um problema iminente, como também oferecem a solução que evita que vidas humanas e prejuízos milionários ocorram. Ou seja, se a empresa não investir em previsibilidade, está fadada a amargar problemas que, muitas vezes, podem levá-la à falência. 

Faltou dizer, também, que a tecnologia por si só não resolve o problema sozinho. É necessário ter um time de profissionais ligados à matéria com cientistas e engenheiros de dados capazes de interpretar os dados obtidos, os resultados podem ser detalhados em análise preditiva. Isso, aplicado aos desastres naturais, eliminam possibilidades de problemas maiores. 

Mudança climática prevista no planeta tornará tecnologia crucial para governos e empresas

A Internet das Coisas (IOT) já começa a ser aplicada em diversos países. No Brasil, porém, o processo parece lento porque, em muitos casos, a questão climática ainda sofre resistência por parte de setores de governo e empresas. Só que o aquecimento global é uma realidade inconveniente na qual a humanidade terá que lidar nas próximas décadas; não se trata apenas de um pensamento baseado em ideologia, mas ciência experimental que tem análise preditiva.

Monitorar perigos e desastres naturais já estão incorporadas a projetos das chamadas Smart Cities (cidades inteligentes), pois a Internet das Coisas abrange a integração de um planejamento de uma região que seja sustentável, com qualidade de vida e segura a toda população. Isso tudo levando em conta os problemas ambientais que parecem ser uma realidade cada vez mais factível em todo o planeta, sobretudo nas grandes cidades. 

Com a utilização de sensores presentes nos dispositivos de IOT, uma série de dados são coletados e enviados para um sistema inteligente. Já integrando a base de dados da plataforma, são tratados e analisados com o objetivo de gerar informações relevantes para otimizar e melhorar os processos de decisão, seja qual for a área de interesse.

O Rio de Janeiro já faz uso dessa tecnologia, além de cachoeira Paulista (SP), que que o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) consegue monitorar, com precisão, a movimentação de terra em morros e encostas com risco de deslizamento. Plataformas de coletas de dados, compostas por pluviômetros e sensores de umidade, reúnem informações sobre a quantidade de chuva acumulada e de água no solo. 

Em resumo, a IOT é uma solução que está ao alcance de todos. Se quer prevenir desastres e criar um cenário de controle sobre problemas estruturais, a tecnologia pode ser seu aliado principal. 

Saiba mais: https://www.mobiletime.com.br/noticias/04/12/2015/florestas-encostas-e-rios-conectados-para-prevenir-desastres/ https://cointelegraph.com.br/news/rio-de-janeiro-city-hall-already-uses-iot-to-avoid-natural-disasters-in-the-city   

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