Reabertura do comércio requer estratégias de vendas e previsibilidade

O avanço da vacinação no Brasil é uma excelente ideia para o consumidor, que se sente mais à vontade para sair de casa, trabalhar, viajar e sobretudo fazer compras. Embora as estimativas de compras pela internet se mantenham em crescimento, muitas pessoas vão realizar suas compras em lojas físicas e a relativa proximidade de duas das mais importantes datas festivas – Black Friday e Natal -, ao mesmo tempo em que os números de infectados pela Covid-19 sobem. Para lidar com essa maré oscilante, é necessário ter as ferramentas certas para não perder a oportunidade e vender mais.

A reabertura do comércio, em muitas regiões do país, permitiu uma aceleração relevante nas vendas de lojas físicas, que enfrentam dificuldades desde o início da pandemia. Em abril, o varejo físico registrou um crescimento de 538,2% no fluxo de pessoas nos comércios em relação ao mesmo período do ano passado. 

Somente nos shoppings centers, o aumento foi 452,4%. Além disso, apesar da taxa de vacinação na população aumentando, a promessa de acelerar a imunização até com a terceira dose em muitas regiões do país também traz esperanças para muitos lojistas. 

Só que, ao mesmo tempo, o número de internações voltou a crescer para desespero da categoria. Afinal, o que fazer em um contexto como esse?

Não há no horizonte, ao menos no curto prazo, a disposição dos governos em decretar um lockdown como realizado em todo o país em março de 2020. As condições hoje são outras, os recursos médicos também apesar dos leitos para acolher os doentes eram ainda relativamente limitados.

Portanto, o que pode ocorrer é a volta de restrições que afetam diretamente o comércio. Por isso, o monitoramento é fundamental para saber como, onde e quando mexer as peças para conseguir o maior sucesso possível.

Inteligência comercial para driblar a crise financeira e sanitária

Para saber como lançar uma peça publicitária ou uma promoção, se faz necessário um estudo para elaborar a estratégia correta, no tempo certo e no momento certo. É a inteligência comercial entra em campo para dar uma mãozinha nesse processo. 

Será no monitoramento com tecnologia que vai oferecer um quadro, em tempo real, qual o melhor momento para agir. 

Sendo assim, com o auxílio da inteligência artificial aplicada em suas plataformas, permite criar uma visão ampla do comportamento do público, para traçar metas e alinhar metas das estratégias de vendas de maneira ágil, gerando maior rentabilidade nos negócios. 

Não apenas para os grandes, médios e pequenos players do varejo, mas todo o setor é afetado positivamente com essas informações.

Com boas estratégias, pode levar a cabo o planejamento dos descontos, que também deve ser visto de forma estratégica, para que as vendas tragam os resultados esperados. Ou então adiar uma promoção de acordo com o momento do mercado. 

Portanto, para impulsionar ainda mais as suas vendas, o lojista que pode diversificar nos itens que comercializa, deve levar em conta as mudanças no modelo de trabalho e estudo, que teve um forte apelo em 2020, e segue como tendência este ano. Com acompanhamento de tecnologias. 

O uso da inteligência comercial é, com ou até sem pandemia, uma ferramenta indispensável.  

Saiba mais: https://empreendedoresdoparana.com.br/inteligencia-de-mercado-para-o-varejo/ https://www.oncase.com.br/blog/gestao-estrategica/inovacao-no-varejo/ 

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