O que as grandes marcas QUE se foram tem a nos ensinar sobre os tempos atuais

Por Roberto Marcio

Um post sobre futebol me chamou a atenção. O internauta Marcos Motta disse que “clube grande não cai”, uma velha máxima que já caiu por terra faz tempo, mas que para os apaixonados pelo esporte mais popular do mundo ainda faz algum sentido. Deixando de lado a discussão sobre um time cair para a Segunda Divisão, seu exemplo nos traz um debate enriquecedor que compara as grandes marcas que tiveram seu apogeu em diferentes tempos e sucumbiram em uma derrocada econômica sem precedentes. Eram empresas referências em seus segmentos, lucrativas e famosas que fecharam suas portas, trazendo a discussão (e um alerta, por que não?) mais lógica para o mercado: sem gestões modernas e voltadas para a inovação, até mesmo um elefante pode tombar e não levantar mais.




O futebol brasileiro, aliás, tem realmente muito a ensinar no que tange não buscar inovação e saídas para se manter na atual categoria. São muitos os casos, como o Vasco da Gama que, apesar de ser uma instituição com mais de 10 milhões de torcedores, experimentou três rebaixamentos para a Segunda Divisão em 10 anos; o caso mais recente do Cruzeiro, que atualmente ocupa a zona do rebaixamento da Segundona nacional e com riscos reais de descer para a Terceira, como ocorreu na década de 90 com o Fluminense. Ou seja, por maior que possa parecer, a queda pode acontecer.

Empresas que tiveram seus tempos áureos nas décadas de 70, 80 e até 90 tiveram suas mortes declaradas por razões diversas. Contudo, a gestão errada pode explicar como todas sucumbiram diante dos novos tempos que se apresentam. Um caso clássico a ser mencionado é da Mesbla, outrora poderosa do varejo nacional que chegou a ter dezenas de lojas espalhadas pelo Brasil, em especial na Região Sudeste e que decretou falência após os balanços seguidamente darem negativo. Até mesmo os bancos não escapam da queda vertiginosa, como o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto ou a Grande Rio, instituição de capitalização que distribuía cofrinhos de plástico para seus poupadores colocarem moedas para depósitos em suas contas. 

A realidade que se impõe é a da inovação. Hoje, é essencial confiar e investir em novas tecnologias, como a nuvem, não apenas por aspectos técnicos. Quando analisamos os cenários, essas soluções são tão importantes quanto as estruturas legal e organizacional e a cultura corporativa. Demanda, no entanto, tempo e, claro que as companhias que só começam a pensar em transformação quando a crise já está instalada irão considerar o processo muito difícil. E quando se toma uma decisão de evitar uma queda, pode ser tarde demais. Por isso, a montagem de um ecossistema que produza inteligência de mercado alerta a empresa sobre os riscos e saídas para que não feche as portas e faça com que seus colaboradores engrossem a fila de desempregados que hoje é considerada alta no Brasil. 

Inovação é o que mantém as empresas ativas. Se a sua empresa não inova, provavelmente outra companhia com ideias novas virá e tomará seu lugar. E o pior: isso também afeta empresas pequenas e grandes que eram soberanas.  Para continuar inovando e se reinventando as empresas podem tomar dois caminhos: conversar com startups ou criar programas de R&D (pesquisa e desenvolvimento).

Tecnologias para assegurar a competitividade e se manter vivo no mercado

A pandemia do coronavírus acelerou o processo de digitalização das empresas. E muitas delas aplicam diferentes tecnologias para inovar no campo da produção e gestão. A internet das coisas (IoT) é uma delas. 

Segundo um estudo realizado pela CNI – Confederação Nacional da Indústria, 73% das empresas atuam na indústria 4.0 ainda que em estágio inicial de implantação das tecnologias de IoT. 

Para se ter uma ideia, com a adesão de soluções inteligentes, estima-se que somente no Brasil haverá um corte de custos de R﹩ 73 bilhões ano, sendo R﹩ 35 bilhões de ganho de eficiência, R﹩ 31 bilhões de redução de gastos de manutenção de máquinas e R﹩ 7 bilhões de economia no consumo de energia no setor nos próximos anos mesmo que de forma tímida. 

É no marketing digital que encontrará o trunfo para modernizar a sua gestão e enxergar oportunidades de crescimento. Um bom plano de fluxo de tecnologias combinadas contribuem muito para a tomada de decisão.. Tratam-se de softwares contendo rotinas automáticas para executar tarefas repetitivas anteriormente executadas por usuários de softwares. 

Eles contemplam desde repetições de fluxo de trabalho, como as macros em planilhas eletrônicas, até sistemas de BI (Business Intelligence) utilizando Inteligência Artificial para tomadas de decisões automáticas.Existem várias tecnologias com níveis crescentes de complexidade, incluindo chatbots, preenchimento de campos com OCR (Optical Character Reader), entre outros.

A utilização de robótica pode solucionar inúmeras demandas de forma satisfatória, aumentando o valor agregado da solução quando integrada às demais tecnologias. O importante é desenhar um projeto que, de fato, entenda as necessidades dos processos que precisam ser melhorados. A partir daí, a tecnologia é um passo inevitável, que deve ser bem coordenada para ser assertiva.

Sem mais delongas, o mundo atual é movido pela conectividade e se você quer ganhar vantagem competitiva e conquistar grandes resultados, terá que se render às inovações. No que tange a várias áreas da economia – para citar o relacionamento entre indústria e operador logístico – a tecnologia é a ferramenta que nós precisávamos para ter mais clareza sobre os negócios, tomar decisões mais assertivas e ainda obter uma economia de milhões ao ano nas operações. É um investimento que vale a pena. 

Saiba mais:
https://www.indikatore.com.br/post/o-que-aprendemos-com-crises-anteriores https://neilpatel.com/br/blog/licoes-sobre-marketing-digital/
https://www.startse.com/noticia/nova-economia/corporate/7-empresas-gigantes-que-morreram-nos-ultimos-anos-por-nao-inovar 

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