Chatbot expande e já é usada pela maioria das grandes empresas

Por Roberto Marcio

O chatbot já responde por uma parte significativa dos serviços nas empresas. É fato que a pandemia do coronavírus impulsionou a transformação digital nos negócios e a ferramenta, um programa de computador programado, alcançou voos maiores e hoje substitui as tarefas repetitivas e burocráticas, gerando economia e ao mesmo tempo sendo introduzida num mundo cada vez mais conectado e que clama por soluções práticas baseadas na Inteligência Artificial. Hoje, vamos acompanhar a evolução de seu trabalho e o que esperar para os próximos anos. 

A praticidade aliada a eficiência é o que os gestores querem e esperam de um chabot. Dar prontas respostas, principalmente quando os questionamentos, pedidos ou reclamações são geradas por consumidores que as disparam a partir da palma da mão, através dos celulares. WhatsApp, e-mail, SMS, chat por atendimento humano, chatbots (com atendimento por robôs), são algumas das alternativas de atendimento.

Os agentes digitais são uma evolução dos chatbots. Trata-se de uma ferramenta de voz e texto humanizada, cognitiva e que consegue atingir uma grande massa de clientes. Para se ter uma ideia, em uma hora, o agente digital é capaz de realizar entre 57 e 65 atendimentos, enquanto o humano faz de 27 a 30. Ou seja, o robô supera o atendente humano em 110%, em média. Em termos de escalonamento, essa se mostra a opção mais eficaz.

A saúde é uma área que hoje está em evidência e não é para menos. Nestes tempos atuais tem sido muito requisitada para atender a população que sofre com a contaminação da Covid-19. Quem melhor resumiu a importância do chatbot na medicina foi o superintendente de Inovação da Code7, que ressaltou a utilização de chatbots para auxílio no diagnóstico do coronavírus, o que materializou uma tendência já existente. O Governo Federal, por exemplo, utilizou um chatbot no WhatsApp para tirar dúvidas relacionadas à doença, e nós também pudemos auxiliar nesse processo, desenvolvendo, em conjunto com o Governo do Estado de Santa Catarina, um programa para diagnóstico preliminar de casos de pacientes com alguns dos sintomas da doença.

Conjuntura atual favorece a expansão da IA nas empresas

Criados a partir da necessidade de estreitar relacionamento, permitir ampliação da capacidade de resposta de empresas e organizações a usuários e, ao mesmo tempo, também proporcionar uma redução de custos operacionais, os bots (chatbots e voicebots) tem ganhado cada vez mais destaque entre os novos canais digitais no mundo corporativo e também doméstico. 

Entre os fatores que potencializaram o sucesso deste novo canal on-line estão as políticas de distanciamento social implementadas durante a pandemia do novo coronavírus e a necessidade das empresas de criarem experiências personalizadas e sociais para seus consumidores. Muitas companhias se viram forçadas a reduzir efetivos durante a pandemia, incluindo posições de profissionais de atendimento ao cliente, quando não era possível acomodar o trabalho remoto. Os assistentes virtuais tornaram-se, então, uma ferramenta quase que essencial para suprir toda a demanda do período e auxiliar em uma triagem para o atendimento tradicional.

O aumento de implantação desse tipo de solução, vai além da praticidade e do baixo custo para as empresas. O uso da inteligência artificial permite maior aprendizado das ferramentas, resultando em diálogos cada vez mais inteligentes que proporcionam agilidade e personalização ao atendimento do consumidor, assim estabelecendo uma conexão entre a marca e o usuário e, consequentemente, gerando valor tanto para quem compra, quanto para quem vende.

Nada como oferecer soluções assertivas nesses tempos difíceis que passamos. A Inteligência Artificial, usada de forma correta, é uma importante alidada da mpresa e seu desenvolvimento não passa ao largo, afinal de contas, existem softwares que utilizam até um estilo mais divertido, para entreter e fidelizar os clientes.Uma pesquisa realizada pelo Gartner, mostra que até 2022 70% de todas as interações com clientes envolverão novas ferramentas, como chatbots, machine learning e mensagens pelo celular. Em 2018, esse índice era de 18%. Ainda de acordo com o estudo feito pela MarketsandMarkets, o mercado de chatbots deve crescer, de US$ 703,3 milhões em 2016, para US$ 3.172,0 milhões em 2021.

Saiba mais: https://take.net/blog/chatbots/transformacao-digital-com-chatbot https://blog.cedrotech.com/exemplos-de-chatbots-o-que-as-empresas-estao-fazendo/ 

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