Open Innovation: empresas estão investindo em smart data lab externo para maximizar resultados através de mão de obra terceirizada

Você já esteve em alguma situação em que você e sua equipe ficaram por horas ou dias tentando resolver um problema e a solução veio de alguém de fora do setor ou até mesmo de fora da empresa?

Isso pode ser mais comum do que se imagina.  

Já foi o tempo em que a ideia de inovação precisava estar atrelada a um segredo guardado a sete chaves dentro das barreiras da empresa, com o desenvolvimento de ações e ideias vindo apenas dos colaboradores internos.

Um conceito cada vez mais difundido nas grandes empresas de todo o mundo é o Open Innovation, que na tradução significa “inovação aberta”.

Ele muda a maneira como o conhecimento é compartilhado, com a ideia de que profissionais de fora do negócio podem ajudar a alcançar objetivos estratégicos.

E essa vem sendo a solução ideal para o grande gargalo criado entre o avanço acelerado das transformações na área de Big Data e a busca por profissionais especializados em ciência e engenharia de dados.

Não é mais segredo para ninguém que as transformações na área de análise de dados pelas quais a indústria vem passando nos últimos anos criaram uma grande demanda por esses profissionais, o que têm sido um desafio para as empresas.

E é por isso que muitas delas estão criando um smart data lab externo. Ou seja, um hub de inovação aberta em big data analytics tanto para suprir essa falta de profissionais especializados dentro da própria empresa quanto para aumentar as possibilidades de inovação.

Um lab externo conta com alocação de mão de obra terceirizada, com profissionais qualificados, com horas de experiência e milhares de projetos na bagagem.

Vale lembrar que a dificuldade em criar uma equipe interna sólida também pode estar na quantidade de profissionais necessários para fazer jus à enorme demanda do Big Data atualmente.

Para realizar o trabalho, é necessário que os especialistas envolvidos sejam multidisciplinares, com conhecimentos também em áreas complementares como logística e noções de negócios, programação, tratamento de dados, matemática, etc.

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Quer entender melhor as vantagens de um smart data lab externo e de adotar uma cultura Open Innovation?

Então continue a leitura para saber mais sobre o assunto.

Inovação pode vir de fora para dentro

Para que você entenda a importância de uma abordagem com “Inovação Aberta”, primeiro vamos te explicar o que é esse termo, o “Open Innovation”.

Ele surgiu nos Estados Unidos, na Universidade de Berkeley, em 2003, a partir do professor Henry Chesbrough, ex-gerente de uma empresa de tecnologia no Vale do Silício.

Chesbrough observou que as empresas poderiam inovar muito mais adotando um modelo de colaboração, promovendo ideias e ações dentro e fora das companhias, ou seja, descentralizado.

Para o professor, empresas que são orientadas ao modelo de inovação aberta vão ter mais resultados do que companhias que abordam apenas o modelo de inovação fechado.

Isso porque no Open Innovation a empresa está disposta a cocriar com uma equipe terceirizada para encontrar soluções inovadoras. O que pode vir na forma de ideia, tecnologia ou até em programas de ideias com os próprios clientes, por exemplo.

Os projetos, então, contam com o envolvimento de um número maior de pessoas capacitadas, o que amplia os conhecimentos e informações. O modelo serve para novas soluções ou aperfeiçoamento dos processos ou produtos já existentes.

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O modelo Open Innovation no Big Data Analytics

No Open Innovation a inovação vem de pessoas! São elas que promovem as mudanças dentro das empresas.

É por isso que o conceito se aplica perfeitamente à área de dados.

Por mais que os avanços da Inteligência Artificial estejam cada vez mais acelerados, nada substitui a análise de um especialista.

Mas quem trabalha com Big Data sabe a dificuldade em encontrar profissionais qualificados. Isso porque nunca houve tantos dados disponíveis no mercado. Um grande volume de informações que precisam ser analisadas, interpretadas, etc. E encontrar talentos para destrinchar esses dados não tem sido tarefa fácil. 

A startup de consultoria GeekHunter, responsável por recrutar profissionais de TI, revelou em uma pesquisa, por exemplo, que o número de vagas abertas no setor de tecnologia da informação em 2020 teve um aumento de 310%.

E preencher essas vagas não requer dos profissionais apenas habilidades técnicas. E é nessas horas que a experiência de um engenheiro ou cientista de dados pode fazer toda a diferença dentro de um projeto de sucesso.

O que fazer, então, com a necessidade urgente de uma equipe robusta e completa para análise de dados e a escassez de mão de obra?

Companhias especializadas em Tecnologia da Informação e startups podem ser a solução desse gargalo.

Na prática, empresas com essa necessidade estão criando um smart data lab externo com profissionais dessas companhias, ou seja, terceirizando a mão de obra. E, através desse lab externo, contam com engenheiros e cientistas de dados experientes trabalhando em conjunto com o time interno para encontrar soluções inovadoras.

Esse é um exemplo prático de Open Innovation, que traz um esforço conjunto, um desenvolvimento amplo e cooperativo para chegar no objetivo da empresa de forma mais rápida e eficaz.

Para especialistas do setor, profissionais que estão “fora” do negócio podem representar grande possibilidade de inovação, porque estão fora da rotina do dia a dia daquela empresa e conseguem enxergar ideias “fora da caixa”.

Além disso, equipes enxutas dentro das empresas – a maioria conta com apenas um cientista de dados – não conseguem resolver todos os problemas de uma companhia de médio ou grande porte sozinhas. As empresas precisam de squads multidisciplinares com cientistas, engenheiros, analistas, PO, executivos com experiência e hora de voo no mundo dos dados.

Mas você deve estar se perguntando: essa pesquisa e desenvolvimento vindo de fora da empresa sempre existiram, qual a diferença, então, para o Open Innovation?

A resposta está no modelo de gestão da inovação, que não limita nem as ideias, nem as tecnologias às barreiras da empresa.

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A empresa conta com engenheiros e cientistas de dados, além de executivos sênior com mais de 25 anos de experiência em tecnologia e Big Data, ajudando a criar soluções inovadoras, vindo de lugares nunca pensados antes.

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